GIRO POR CURRAIS NOVOS

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sábado, 27 de junho de 2015

POLICIA INDICIA QUATRO MULHERES SUSPEITAM DE ENTERRAREM BEBÊ VIVO EM SANTANA DO MATOS

CRIANÇAS TERIA SIDO MORTA LOGO APÓS O NASCIMENTO PELA MÃE,TIAS E AVÓ. 

Uma investigação da Delegacia Municipal de Santana do Matos revelou,nesta quinta-feira (25), que a mãe de um bebê, duas irmãs da genitora e a sogra da acusada são as responsáveis pelo homicídio de um recém-nascido. Ele teria sido enterrado ainda com vida, logo após o parto em 10 de fevereiro de 2014, no sítio Macacos, Zona Rural de Santana do Matos.
A mãe Nairis Cardoso Pereira de Melo será indiciada por homicídio doloso qualificado e ocultação de cadáver; as irmãs de Naíres, Nailma Cardoso Pereira de Melo e Nadia Patrícia Cardoso Pereira, e a sogra de Naíres, Maria Iraci Assunção serão indiciadas por homicídio culposo.
“Depois de ouvirmos vários depoimentos, inclusive de profissionais da área de saúde, ficou claro que Nairis escondia a gravidez. A indiciada alegava que a barriga cresceu devido a um mioma. Quando ela sentiu as dores do parto, não procurou ajuda, teve a criança em casa e afirmava que o bebê havia nascido morto, com duas laçadas no pescoço”, detalhou a delegada Paoulla Maués.
Após o nascimento do bebê, as irmãs e a sogra da genitora enterraram a criança no curral da casa. O inquérito policial e as análises do Instituto Técnico da Polícia (ITEP) revelaram que a criança foi enterrada ainda com vida, pelas irmãs e pela sogra da genitora.“Concluímos que estas três mulheres enterraram a criança porque achavam que ela estava morta. Indiciamos a mãe porque ela escondeu de todos, durante toda a gestação, que estava grávida e no dia do parto, sentindo contrações, negou ir ao hospital, fez questão de ter a criança sozinha em casa, sem o auxilio medico adequado, e mesmo após dar a luz a uma criança supostamente laçada, assistindo a todo sofrimento da criança para nascer, continuou omissa, não a socorrendo, mas ao contrário, consentiu que as irmãs e sogra enterrassem a criança no curral da sua casa, a qual ainda estava viva”, finalizou a delegada
*Fonte: Assessoria / Degepol

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