Para o meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, Gilmar Bristot, a situação é realmente preocupante. As chuvas dos últimos três anos não foram suficientes para encher os reservatórios e a possibilidade de chuva é quase nula até novembro próximo, ao menos. “O segundo semestre do ano é seco.
De agosto a dezembro, praticamente não chove. E o que chove não tem significado nenhum diante dos pesares”, assinalou o meteorologista.
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